Acompanhe aqui a cobertura completa do primeiro dia do Folkcom

Campina Grande, 19 de junho de 2009

Ao som do hino nacional e do Coral Infantil Casinha de Brinquedo, teve início, hoje, o 6° Seminário dos Festejos Juninos no Contexto da Folkcomunicação e da Cultura Popular, que tem como tema ‘Folkcomunicação, Educação e Cultura Popular’. A solenidade de abertura teve inicio às nove horas da manhã no Teatro Rosil Cavalcanti. O evento, que vai até sábado,20, acontece no teatro Rosil Cavalcanti. Acesse o site do folkcom.

A mesa de abertura foi composta pelo  vice-reitor da Universidade Estadual da Paraíba, Aldo Maciel; o coordenador do evento, professor Dr. Luiz Custódio; o bispo de Campina Grande, Dom Jaime Vieira Rocha; a diretora do CCSA, Fátima Araújo; o jornalista Célio Oliveira, representando o secretário de educação da cidade; o Chefe do Departamento do Curso de Comunicação Social da UEPB, Rômulo Azevedo e o coordenador do curso, Luiz Aguiar. Além da presença de professores, alunos, dentre outros convidados.

Logo após a solenidade de abertura, foi iniciada a conferência Folclore, educação e cultura popular, com a conferencista Aglaé d’Ávila Fontes, vice-presidente da Comissão Nacional de Folclore. Em seguida, foi realizada uma mesa redonda mediada por Rômulo Azevedo com o tema “O Sagrado e o Profano nas Festas Juninas”, cujos palestrantes foram Dom Jaime Viera Rocha, Alba Cleide Calado (PPGE/UFPB) e Elizabeth Christina (UFCG). O seminário prossegue até o dia 20 e, além de palestras e mesas redondas, haverá exposições, oficinas, mini-cursos e Grupos de Trabalhos. (Rackel Cardoso)

 

Idealizador do Folkcom faz balanço do primeiro dia de evento

O professor e idealizador do 6º Folkcom, Luiz Custódio da Silva, fez um balanço do evento, que teve início nesta quinta-feira, 18, no programa jornalístico “Campina Grande Notícia”, da Rádio Campina FM, que acontece a partir do meio-dia.

 Na ocasião, ele afirmou a importância do evento, inserido no São João de Campina Grande e fez uma avaliação positiva da abertura do seminário. “Estou extremamente satisfeito. A palestra de Aglaé d’Ávila, vice-presidente da Comissão Nacional de Folclore (UFSE), foi gratificante pela abordagem da educação, folkcomunicação e o folclore popular”, ressaltou. Logo após, o Prof. Custódio fez convite aos professores, pesquisadores e estudantes da cultura popular a participarem do evento. (Yuri Guedes)

 

Mesa-redonda discute o sagrado e o profano nos festejos juninos

No primeiro dia do 6º Folkcom, a mesa-redonda com o tema “O Sagrado e o profano nos festejos juninos”, teve como mediador o professor chefe do Decom/UEPB, Rômulo Azevedo, os expositores Dom Jaime Vieira Rocha, Bispo Diocesano de Campina grande; professora Dra. Alba Cleide Calado, da UEFP e a professora Dra. Elisabeth Cristina de Andrade, da UFCG.

Em sua exposição, Dom Jaime falou sobre o momento tão oportuno para abrir as discussões sobre o São João. Segundo ele, esta é a melhor oportunidade para falar sobre o assunto, pois vivemos e estamos inseridos numa dimensão sócio-cultural, folclórica e religiosa que é o São João. Mesmo tendo o nome inspirado num santo que foi o maior profeta que existiu. Hoje, a festa é reconhecidamente uma manifestação da cultura popular, dentro da qual está inserido o religioso e o profano.

 “A cultura é viva e dinâmica e deve-se festejar as tradições e também abrir espaço para o novo. Porém, o que não se pode é perder o sincronismos entre a esfera do sagrado e do profano”, afirmou o bispo.
A professora Alba Cleide expôs o sagrado e o profano como concepções diferentes de mundo, porém não divergentes ou antagônicas, pelo fato de ambas serem produtos culturais.

 “A discussão proporcionada pela mesa expressa mais um ângulo, mais uma leitura interna do ambiente da festa, que, acima de tudo, é um espaço de construção e fortalecimento da identidade e se obtém através do contato com o outro, das trocas e práticas culturais”, afirmou Alba. (Lidiane Silva)

Chefe do DECOM ressalta a importância do Folkcom

O Chefe do DECOM/UEPB, professor Rômulo Azevedo, destacou a importância de eventos como o Folkcom para a Universidade e para a formação dos estudantes de jornalismo, tendo em vista  que um evento como esse contribui para discussões entre o popular, o erudito e o massivo.

Segundo ele, é fundamental um programa de extensão consolidado como o Folkcomunicação, para qualquer universidade.

 “Vejo com alegria que a cada ano que passa o Folkcom vem se consolidando em um grande momento acadêmico, aproveitando os ensejos dos festejos juninos, essa discussão é mais aprofundada sobre os festejos, então eu vejo que é uma coisa que veio para ficar”, ressaltou.

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