O encerramento após 38 dias de festa, mais uma edição histórica do Maior São João do Mundo.
Repórter: Ismael Marques
Fotografia: Ismael Marques
Editor: Sophia Oliveira
Encerrou-se mais um capítulo inesquecível do Melhor e Maior São João do Mundo. Foram 38 dias de festa, forró, encontros e reencontros, vivendo o que só Campina Grande sabe oferecer: tradição, calor humano e alma nordestina pulsando em cada canto do Parque do Povo.
Nos despedimos com o coração aquecido por essa alegria que permanece, mesmo com o fim da festa. Um evento que deixa saudade, mas também carrega a força da nossa identidade: a cultura do forró, o brilho dos fogos, e o costume de celebrar juntos quem somos.

Um público imenso marcou presença para se despedir da 42ª edição, celebrando até o último instante. Agora, fica a expectativa para o que vem por aí — porque, se tem uma coisa certa, é que esse São João só cresce e surpreende a cada ano.
Lourival e Suzana chegaram cedo para a despedida, com o brilho de quem viveu intensamente quase todas as noites de festa. “Rapaz, grande expectativa… uma pena que está acabando hoje”, disseram, com o coração já apertado. Estavam preparados para dançar até o fim, e já projetam o próximo ano com esperança: “Se Deus quiser, o de 2026 vai ser ainda melhor. Esse ano estourou, foi sucesso!”

Do outro lado do Parque do Povo, Lucas — que “só” veio sete noites — não escondia o entusiasmo: “Jorge & Mateus foi a melhor noite. Bobo romântico, né?”, brincou, antes de resumir tudo em uma só palavra: “Impressionante!” Já Joelma e Alane, cobertas de glitter e animação, escolheram “diversão” como o retrato da experiência. “O último dia tem que ter muito brilho”, disseram entre risos, já prontas para mais uma noite de forró.

E foi assim, entre passos, saudades e promessas, que o São João de Campina se encerrou, com o público fazendo da festa um espetáculo à parte.
O São João que mais uma vez fez história. O Parque do Povo se despede, mas a festa continua na alma de quem sabe o valor dessa cultura.
